^ Akkari & Costa

Notícias

ENTREVISTA ABLA AKKARI – JORNAL A TARDE. Aplicativos e portaisfacilitam reforma e construção de imóveis

Construir ou reformar a casa não é uma tarefa fácil. Antes mesmo do barulho e poeira que fazem parte de qualquer obra, o futuro ou atual morador tem que conviver com dificuldades, como escolher um profissional qualificado, equipamentos e materiais para realizar o projeto.

A solução para tantas questões pode estar em um aparelho que carregamos nas nossas mãos: o smartphone. Com acesso gratuito, aplicativos e redes sociais permitem desde a locação de equipamento até calcular a quantidade de materiais necessários na construção.

Diante de tanta facilidade é fácil entender um pouco mais da obra.No entanto, essas tecnologias não passam de uma sugestão de orientação. De acordo com a professora do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e do MBA da Unifacs Abla Akkari, as novas tecnologias voltadas para área da construção tentam orientar o cliente sobre gastos e impactos sobre o prazo. Mas de maneira nenhuma substitui um profissional de engenharia na orientação e condução da construção ou reforma.

Foi na antiga construtora para a qual trabalha que o arquiteto e diretor da KMA2 Marcelo Brigido percebeu a dificuldade dos clientes na hora de comprar materiais para a construção. Dessa observação surgiu o Arquitecasa, um aplicativo que permite ao usuário realizar uma simulação da obra que deseja.

Após a escolha do serviço que será realizado, o aplicativo elabora um relatório com informações sobre
quais e quantos materiais são necessários na obra,como também qual o profissional indicado para o serviço.

Disponível na internet, o simulado auxilia o cliente na etapa do planejamento informando sobre custos e equipamentos. De acordo com Brigido, nessa fase “o aplicativo atua numa função pedagógica, Orientando sobre quais as medidas necessárias, fornecendo listas de materiais e serviços para que o usuário construa um orçamento”.

Banco de dados
Uma outra opção para quem está pensando em Construir ou reformar a casa é o Indica Obra. Para esse portal, o objetivo é fornecer ao público um banco de dados dos prestadores de serviço da região, construindo uma ponte direta entre o cliente e o fornecedor que pode ser desde a empresa que vende os materiais até a empreiteira que irá realizar a obra.

Segundo o sócio-diretor da Indica Obra, Sugata Rodrigues, a ideia para o portal nasceu da dificuldade para encontrar fornecedores bem qualificados no mercado. “Como engenheiro civil, tinha dificuldades para encontrar fornecedores bem qualificados no mercado de trabalho, com boas referências. Daí surgiu a ideia de criar uma ferramenta mais assertiva para indicar prestadores de serviços que tenham reconhecimento no mercado”, afirma.

Para cadastrar seus serviços no Indica Obra, os fornecedores passam por uma avaliação feita pela equipe técnica do site, que verifica dados como o cadastro nacional da pessoa jurídica e registros nos conselhos.

De acordo com a professora Abla Akkari, avaliar a base das informações disponíveis em aplicativos e redes sociais deve ser uma medida de precaução dos usuários. “É fundamental estar atento à base de informação desses aplicativos. Procurar quais são as referências bibliográficas e se no desenvolvimento fazem parte profissionais da construção”, ensina a professora.

6 de abril de 2015

Manual do IPT mostra como instalar sistemas caseiros de captação e reúso de água da chuva

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) lançou no domingo (22), em comemoração ao Dia Mundial da Água, o Manual para Captação Emergencial e Uso Doméstico de Água de Chuva, que reúne orientações para a criação de sistemas caseiros de aproveitamento emergencial de águas pluviais, considerando boas práticas para a captação, armazenamento e utilidade doméstica. De acordo com o IPT, o reúso da água da chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e assegurar a qualidade dos volumes coletados. LEIA MAIS

24 de março de 2015

Desafio da construção civil é manter rentabilidade

Entre 2007 e 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil cresceu 1,8 vez mais do que o PIB nacional. Esse forte crescimento foi ocasionado pelo grande volume de obras em todo o país, pela alta da economia nacional e pelos programas para facilitar a adoção de moradias pela população. Para Hugo Marques da Rosa, presidente da Método Engenharia, atualmente, o grande desafio do segmento é manter as taxas de rentabilidade, em um cenário com menos obras e constante pressão para a redução de custos. “E a única solução é focar no aumento de produtividade”, avalia. LEIA MAIS

23 de março de 2015

Não ignoro desaceleração do setor de construção, diz Dilma

São Paulo – A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira, em evento de construção em São Paulo, que não ignora a desaceleração do setor e da economia do país no momento atual, mas trabalha para melhorar essas condições ainda este ano.

“Eu tenho trabalhado de forma sistemática para superar ainda este ano essa desaceleração. E devemos ter presente que o setor alcançou um patamar superior nesses últimos anos e hoje é parte do papel estratégico e importante de qualquer estratégia de desenvolvimento do Brasil”, disse a presidente em discurso no Salão Internacional da Construção (FEICON BATIMAT).Ao chegar ao evento, a presidente foi vaiada por algumas pessoas que trabalhavam no local.
Fonte: piniweb

23 de março de 2015

Empresas de pré-fabricados de concreto pretendem investir mais em 2015 do que ano passado, diz FGV

Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na última quarta-feira (18) uma pesquisa que revela que 44% das empresas do segmento de pré-fabricados de concreto investiram em 2014 mais do que em 2013, enquanto 32,6% investiram menos. Do total de aplicações feitas durante o ano, considerando que as empresas podiam informar mais de uma opção, 78% foram destinadas à compra de equipamentos para produção; 53% para a ampliação da área de produção; 41,5% para a infraestrutura de equipamentos; 36,6% para as áreas de estocagem; e 34,1% para galpões e obras civis.

Em relação à Sondagem de Expectativas da Indústria de Pré-fabricados de Concreto, o levantamento mostra que 31,1% das empresas planejam investir mais em 2015 do que no ano passado, enquanto 15,6% pretendem reduzir as aplicações. LEIA MAIS

23 de março de 2015

Brasil investiu R$ 460 bilhões em obras de infraestrutura

O Brasil investiu R$ 460 bilhões em obras de desenvolvimento urbano e infraestrutura econômica em 2014, de acordo com dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O estudo mostra que a média anual de investimentos em infraestrutura entre 2010 e 2014 foi de R$ 184,5 bilhões, que equivalem a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O levantamento mostra ainda que, baseado em 2014, o setor movimenta 9,1% do PIB e responde por 52,5% da formação bruta de capital fixo do País. Na análise dos investimentos para os setores de energia, transportes, telecomunicações, habitação, mobilidade urbana e saneamento no período de 2015 a 2022, a pesquisa revela que para que o Brasil atinja um patamar positivo são necessários investimentos anuais de R$ 560 bilhões, que representam 9,8% do PIB. LEIA MAIS

16 de março de 2015

Brasil construirá 88 usinas eólicas até 2017

O governo federal estima que o Brasil terá mais 88 Usinas de Energia Eólica (UEE) até 2017, por intermédio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O investimento previsto é de R$ 23,2 bilhões. Com isso, o parque eólico nacional deverá contar com 218 UEEs. Desse total, 130, ou  60% do total, já estão concluídas. Juntas, todas as usinas deverão gerar 5.746 MW, energia suficiente para abastecer 5,7 milhões de habitantes. O Brasil é um dos países que mais investe em geração de energia eólica em todo o mundo, afirma o governo. Inaugurado no final de fevereiro, por exemplo, o Parque Eólico de Geribatu integra o maior complexo do setor na América Latina. LEIA MAIS

11 de março de 2015

CONSTRUÇÃO: Belo Monte emprega mais mulheres que a média

O paradigma de que apenas homens trabalham em obras de infraestrutura vem sendo quebrado. Prova disso é a atuação de 3.563 mulheres no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, em Altamira (PA). Elas operam máquinas e comandam equipes, dirigem tratores e caminhões, trabalham no planejamento, fazem parte do setor comercial e dos diversos ramos da engenharia. Ou seja, já estão em toda a cadeia produtiva do empreendimento. Dados da concessionária Norte Energia, responsável por esta obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mostram que entre os quase 24 mil trabalhadores da hidrelétrica – considerada a maior em construção do mundo – as mulheres representam 14,8%, percentual bem mais alto do que o normalmente registrado na construção civil, de pouco mais de 3% atualmente. LEIA MAIS

11 de março de 2015

Brasil investiu R$ 460 bilhões em obras de infraestrutura e desenvolvimento urbano em 2014

O Brasil investiu R$ 460 bilhões em obras de desenvolvimento urbano e infraestrutura econômica em 2014, de acordo com dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na última segunda-feira (9) no 11º ConstruBusiness – Antecipando o Futuro. Encomendado pelo Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da entidade, o estudo mostra que a média anual de investimentos em infraestrutura entre 2010 e 2014 foi de R$ 184,5 bilhões, que equivalem a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. LEIA MAIS

11 de março de 2015

Governo prevê investimentos de R$ 200 milhões em infraestrutura na região Oeste

O secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, admitiu, em entrevista ao jornal Correio*, que a região Oeste enfrenta dificuldades para continuar se desenvolvendo, mas garantiu que o governo do estado está se empenhando em resolver questões ligadas ao transporte e logística para escoamento da produção, um dos principais problemas apontados pelos produtores locais. “A extensão territorial do Oeste é grande. É uma área que está sendo desbravada com mais intensidade nos últimos anos”. Para auxiliar na logística de escoamento da produção, Cavalcanti informa que diversas obras estão sendo feitas nas estradas num investimento de R$ 200 milhões. Porém, ressaltou o alto custo deste tipo de obra no Oeste.

“É uma região que precisa de estradas que suportem cargas pesadas. Lá, temos dificuldade de material de base, como o que dá suporte ao pavimento. Isso faz com que seja mais caro construir estradas no Oeste do que no semiárido da Bahia, por exemplo. No semiárido é possível restaurar um quilômetro de estrada por R$ 500 mil. No Oeste, esse custo é em torno de R$ 800 mil”, revelou. Segundo ele, estão sendo feitas obras no trecho de Jaborandi para Correntina, que vai até Minas Gerais, além de trechos que passam por Luís Eduardo Magalhães e vão para o Tocantins, dentre outros. “Estamos reivindicando para o PAC 3 a inclusão do trecho de Mansidão para Santa Rita de Cássia. Também estamos estudando rodovias na área de Jaborandi para apoiar o polo leiteiro”.  Ainda segundo ele, dois aeroportos estão previstos no Plano de Aviação Regional do governo federal – o de Barreiras e o de Santa Maria da Vitória.

Fonte: Correio*

2 de março de 2015