^ Akkari & Costa

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AEROPORTO DE SALVADOR: EMPRESAS SÃO HABILITADAS PARA OS ESTUDOS DA PRIVATIZAÇÃO

São 10 as empresas habilitadas para, em 90 dias, concluir e entregar o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental do aeroporto de Salvador e assim viabilizar a concessão para a iniciativa privada.Em sua maioria são consórcios de empresas, que também farão os estudos dos aeroportos de Florianópolis, Fortaleza e Porto Alegre. A empresa Prosul também foi selecionada, mas fará estudos apenas para o aeroporto de Florianópolis.As onze empresas – entre as 30 que se candidataram – foram habilitadas para apresentar as análises, que irão subsidiar a modelagem das concessões à iniciativa privada.A SAC – Secretário de Aviação Civil publicou o resultado do edital de licitação no Diário Oficial da União e avisou que será criada uma comissão, responsável pela avaliação e seleção dos estudos que serão entregues pelas empresas.

As empresas habilitadas são:
Radar Ppp Ltda; Pricewc; Idom Consultoria Ltda.
Construcap – Ccps Engenharia E Comércio S.A
Bf Capital; Jgp Consultoria; Logit; Moysés & Pires; Proficenter
Grupo Egis; Concremat
Setepla Tecnnometal S.A.; Sener Ingenieria Y Sistemans S.A.; Atp Engenharia Ltda.
Ernst & Young Assessoria Empresarial Ltda.
Consórcio Aéreo Brasil: Verax Consultoria E Projetos Ltda; Empresa Brasileira De Engenharia De Infraestrutura Ltda; Fernades Arquitetos Assossiados, Geo Brasilis Consultoria
P2 Gestão De Recursos Ltda.
Helport Construções Do Brasil S.A; Corporación América S/A
Tpi – Triunfo Participações E Investimentos S.A
Prosul – Projetos, Supervisão E Planejamntos Ltda.

Fonte: Bahia Econômica

24 de julho de 2015

Governo divulga regras para participação no Programa de Proteção ao Emprego

As regras referentes ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE) foram divulgadas nesta terça-feira (21/7) pelo Comitê Interministerial responsável pelo projeto. A iniciativa permite que as empresas reduzam, de maneira proporcional, a jornada de trabalho e os salários em até 30%. O governo, por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador, irá arcar com 50% do valor descontado do salário. Esse complemento é limitado a 65% do maior benefício do seguro-desemprego. Atualmente esse valor corresponde a R$ 900,84.Conforme foi divulgado, o PPE não limitará o ingresso das empresas por meio de recorte setorial ou de porte da companhia. O fator que será usado para avaliar se as empresas estão em uma situação delicada será o Indicador Líquido de Emprego (ILE). Esse índice será baseado nos dados Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e não poderá ser superior a 1%. Caso contrário, a empresa não terá direito a participar do PPE.
Fonte: CONJUR

22 de julho de 2015

Apartamentos grandes atraem compradores que fogem da crise

Os imóveis gigantes passam a passos largos longe da crise econômica do país, principalmente aqueles que podem ser usados como investimento. Famílias da classe A, de empresários, executivos e profissionais liberais, que buscam unidades amplas, localização e infraestrutura são os principais compradores desse tipo de imóvel que ultrapassam, na maioria dos casos, o valor de R$ 1 milhão – se for comprado à vista. Um empresário do ramo de importação, que prefere não se identificar, comprou este ano um imóvel de alto padrão – por R$ 1,5 milhão – de olho na valorização e também no espaço interno do apartamento.“Em tempos difíceis manter o dinheiro parado é complicado. Decidi investir nesse empreendimento na tentativa de buscar uma valorização quando a crise passar. Outro fator que colaborou foi o espaço interno do imóvel, que tem mais de 200 metros quadrados”, conta o empresário.
Fonte; Correio Negócios

20 de julho de 2015

Enquanto banco dificulta financiamento, construtora facilita

Com a piora da economia e o aumento dos níveis de inadimplência dos consumidores, bancos como a Caixa passaram a restringir a concessão de crédito imobiliário. Na tentativa de evitar o desaquecimento do mercado imobiliário, construtoras têm facilitado as condições de pagamento para compra do imóvel e chegam até a bancar parte do valor do financiamento.É o caso da PDG, que realiza até o dia 17 de julho uma campanha que oferece descontos e facilidades na compra de imóveis residenciais e comerciais localizados em 69 empreendimentos pelo país.Ao comprar um apartamento na planta, a empresa promete devolver aos clientes as parcelas recebidas durante a construção do imóvel se o financiamento não for aprovado pelo banco por insuficiência de renda na entrega das chaves. O benefício é válido por dois meses após o término do contrato com a construtora e, para utilizá-lo, é necessário estar com os pagamentos em dia.Se o banco não conceder crédito equivalente a 80% do valor do imóvel, a construtora também se propõe a financiar durante três anos a diferença de valor necessária para alcançar esse porcentual, limitado a até 20% do preço da unidade. Já quem quiser investir em imóveis comerciais agora pode financiar a unidade diretamente com a construtora.
Fonte: Exame

17 de julho de 2015

Infraestrutura concentra 37% dos recursos do BNDES

O setor de infraestrutura respondeu por 37,2% do total dos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre janeiro e maio deste ano. O setor, sozinho, recebeu R$ 20,4 bilhões do banco no período. O principal destaque foi o crescimento para o setor de energia elétrica, que aumentou 70%, para R$ 8 bilhões, nos cinco primeiros meses do ano.Os números do BNDEs também mostram que os desembolsos para a rubrica “outros transportes”, que engloba investimentos em mobilidade urbana, cresceram 74% no período, atingindo R$ 3,4 bilhões. Segundo o banco, esse projetos, por seu caráter estruturante, têm mostrado maior fôlego no conjunto dos investimentos de infraestrutura apoiados pela instituição de fomento.Os desembolsos totais do BNDES, para todos os setores, atingiram R$ 54,8 bilhões de janeiro a maio, com queda de 20% na comparação com o mesmo período de 2014. Depois do setor de infraestrutura, a indústria teve a maior participação no total dos desembolsos, com R$ 16,3 bilhões, ou 30% do montante liberado pelo banco.
Fonte: BNDES

14 de julho de 2015

Adiado Projeto de Lei que altera remuneração do FGTS e eleva parcelas de financiamento imobiliário

Segundo cálculos da Caixa, a alta ficaria entre 30% a 38% no valor das parcelas do programa Minha Casa, Minha Vida.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) adiou a votação do Projeto de Lei (PL) 1.358/15, que propõe tornar a remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) igual à da caderneta de poupança. Nesse modelo, seria utilizada a Taxa Referencial (TR) mais 6,17% ao ano quando a Selic fosse superior a 8,5% ao ano e TR mais 70% da Selic quando a taxa básica estivesse abaixo dos 8,5%. Atualmente, o saldo do FGTS é ajustado por TR mais 3% ao ano.A decisão foi comemorada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), pois aumentaria o custo do financiamento e poderia tornar a compra do imóvel inacessível para uma parcela relevante da população de baixa renda.
Fonte: Piniweb

9 de julho de 2015

Vendas da Cyrela em abril e maio superam 1º tri

A incorporadora Cyrela Brazil Realty viu aumento das vendas brutas de imóveis em abril e maio em relação aos níveis do primeiro trimestre de 2015, mas o desempenho está abaixo do observado no mesmo período do ano passado.”A situação do Brasil em junho de 2015 é mais difícil do que era em dezembro de 2014. As empresas mais sólidas tendem a se beneficiar relativamente”, segundo apresentação da Cyrela em evento do JPMorgan, enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta terça-feira.A empresa, que tem priorizado a venda de imóveis em carteira, espera que o pico de estoques prontos seja atingido no fim deste ano, que deve ser também o de maior entrega de imóveis pela companhia, de acordo com o documento.
Fonte: EXAME

7 de julho de 2015

PREFEITO ANUNCIA MEDIDAS PARA AQUECER O MERCADO IMOBILIÁRIO BAIANO

O prefeito ACM Neto anuncia hoje pela manhã duas importantes medidas para aquecer o setor da construção civil e o mercado imobiliário na cidade: a sanção da lei que altera os cálculos da outorga onerosa e o envio à Câmara de Vereadores do projeto que concede benefícios no pagamento do ITIV (Imposto de Transmissão Inter Vivos), tributo pago no ato na transmissão de propriedade de um imóvel. A Outorga Onerosa do Direito de Construir é uma importante ferramenta da política urbana para o ordenamento territorial, e é o instrumento pelo qual o poder público municipal define o pagamento de contrapartida financeira a ser prestada por instituições que desejam realizar construções na cidade. Trata-se, portanto, da concessão emitida pela Prefeitura para essas construções, entendendo que qualquer empreendimento da cidade precisa oferecer contrapartidas ao município.Quando foram estabelecidos limitadores ao valor do IPTU, não houve a mesma previsão no cálculo da contrapartida financeira pela outorga onerosa do direito de construir. Isso fez surgir distorções no valor apurado da outorga. Em algumas situações, o valor exigido pelo poder público pela utilização da outorga onerosa do direito de construir poderia exceder, em muito, o do terreno, podendo inviabilizar economicamente empreendimentos. Fonte: Bahia Econômica

29 de junho de 2015

Novas concessões podem gerar R$ 11,9 bi para pequenas empresas

O novo plano de concessões em infraestrutura do governo federal, que prevê investimentos de R$ 198 bilhões em estradas, aeroportos, ferrovias e aeroportos, – pode representar oportunidades de negócios da ordem de R$ 11,9 bilhões para micro e pequenas empresas de todo o país. O cálculo tem por base dados do Encadeamento Produtivo, programa promovido pelo Sebrae Nacional que capacitou cerca de 20 mil fornecedores de pequeno porte a fecharem negócios com grandes empresas nos últimos dez anos.De acordo o presidente Sebrae Nacional, as construtoras costumam comprar de 30% a 40% do valor da obra e as pequenas empresas participam com 20% a 30% desse número. Segundo a entidade, muitos empreendedores veem no relacionamento com gigantes do mercado uma oportunidade de crescimento e sustentabilidade.
Fonte: Sebrae

26 de junho de 2015

Crédito imobiliário no ano ficará entre R$ 100 bi e R$ 114 bi

O volume de crédito imobiliário desembolsado no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que inclui todo o universo de empréstimos feitos com recursos da poupança, deve encerra 2015 entre R$ 100 bilhões e R$ 114 bilhões, estimou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No ano passado, foram desembolsados cerca de R$ 112 bilhões. Nos quatros primeiros meses de 2015, foram cerca de R$ 33 bilhões originadas, segundo o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Jr. O executivo também estimou que a caderneta de poupança, que serve de financiamento para essas operações, deve encerrar o ano com resgate líquido na casa de R$ 50 bilhões. Até Abril, foram resgatados cerca de R$ 30 bilhões.A segunda frente de negociação envolve o pedido de que sejam liberados recursos do FGTS para operações de crédito imobiliário no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que financia imóveis de R$ 750 mil. Hoje, os recursos do FGTS financiam apenas as operações do Minha Casa Minha Vida.
Fonte: www.obras24horas.com.br

19 de junho de 2015