^ Akkari & Costa

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CREA-SP usa drone para vistoriar obras da Nova Tamoios Contorno, no litoral Norte de São Paulo

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP) realizou, pela primeira vez com o auxílio de um drone, uma vistoria técnica nas obras de construção da rodovia Nova Tamoios Contorno, que ligará Caraguatatuba a São Sebastião, no litoral norte paulista. A operação, feita em parceria com a administradora do empreendimento Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), captou imagens aéreas que mostram o andamento das intervenções e os métodos construtivos utilizados.Atualmente, estão sendo realizados serviços de terraplenagem, drenagem (bueiros e passagem de fauna), fundação de pilares e vigas das obras de arte especiais e construção de dois túneis. A construtora responsável pelas obras dos lotes 1 e 2 é a Serveng, enquanto os lotes 3 e 4 estão sob responsabilidade da construtora Queiroz Galvão. O projeto da rodovia, que terá 33,9 km de extensão, prevê para as próximas etapas a construção de cinco túneis em pista dupla, totalizando 10 túneis a serem implantados, e 44 pontes e viadutos.
LINK PARA O VÍDEO: https://youtu.be/BpXm5Cg5NvY

5 de novembro de 2015

Fontes renováveis vão liderar crescimento energético até 2020

As fontes renováveis serão as grandes responsáveis pelo aumento da capacidade energética global até 2020. De acordo com a IEA (sigla em inglês para Agência Internacional de Energia), elas responderão por 2/3 de todo o aumento previsto para esse período. O dado consta do novo relatório da agência sobre o tema, apresentado no início deste mês a ministros de energia dos países que compõem o G20 – como Brasil, Argentina, China, Japão, Estados Unidos e União Europeia. A expectativa é que, nos próximos cinco anos, as fontes renováveis acrescentem ao sistema 700 gigawatts (GW) – número que, segundo a entidade, equivale a mais que o dobro da atual capacidade energética do Japão. Vale ressaltar que mais da metade desse aumento não virá das hidrelétricas, mas de parques eólicos (que aproveitam a força dos ventos para gerar eletricidade), e de usinas fotovoltaicas (que usam a luz do Sol).
Energia emergente
Já em termos geográficos, o destaque irá para países com economias emergentes ou em desenvolvimento. Segundo a IEA, eles responderão por 2/3 da expansão de energia renovável no mundo. A China, sozinha, será responsável por cerca de 40% do incremento energético proveniente de fontes renováveis. Para tanto, demandará quase 1/3 dos novos investimentos do setor. O relatório também chama a atenção para o potencial da África subsaariana. Com excelentes fontes de vento, água e luz solar, os países da região podem encontrar nas fontes renováveis de energiauma aliada importante para o crescimento econômico. Isso requer, porém, vontade política e um avanço no custo-efetividade da produção energética.

De modo geral, os custos relacionados à geração de energia renovável vêm caindo em muitas partes do mundo, diz a agência, citando como exemplos Brasil, Índia, África do Sul e EUA. Esse processo de barateamento se deve ao progresso tecnológico, assim como a melhores condições de financiamento e de distribuição de energia para novos mercados. Porém, o relatório também aponta alguns riscos que ameaçam o setor, como barreiras regulatórias, restrições da rede elétrica e problemas macroeconômicos. E alerta os governantes para que eles reduzam as incertezas políticas que acabam funcionando como freios para um desenvolvimento mais amplo na área.

Se as previsões da IEA se concretizarem, dentro de cinco anos 26% da produção global de energia virá de fontes renováveis – quantidade suficiente para suprir a demanda atual de China, Índia e Brasil, somados. Dois anos atrás, esse percentual era de 22%. Comparada à média mundial, a situação brasileira é positiva: 66% da eletricidade produzida no país vêm de hidrelétricas, uma opção limpa e renovável. Em junho, a presidente Dilma Rousseff e o presidente dos EUA, Barack Obama, se comprometeram a assegurar que, até 2030, os dois países contarão com 20% de energia renovável não hidráulica na matriz elétrica.

Fonte: Portal Cimm

4 de novembro de 2015

Projeto do prédio de 224 metros de altura pretende ser o catalisador para a melhoria da região de Paddington

Foi divulgada nesta semana uma nova parceria entre o arquiteto italiano Renzo Piano e a empresa Sellar Property Group, responsáveis pelo edifício The Shard, na área de London Bridge, em Londres. Trata-se de um edifício cilíndrico de 224 metros de altura na 31 London Street, região de Paddington. A torre de 65 andares vai acomodar 200 novas unidades residenciais, bem como escritórios, lojas e restaurantes no 60º, 61º e 62º pavimentos, além de uma nova área pública de quatro mil metros quadrados – o que é apontado como o grande diferencial do projeto. Essa área pública tem como objetivo melhorar significativamente a conectividade da região com a linha de metrô Bakerloo e o hospital de Santa Maria. “A área atual de Paddington é pobre, com congestionamento em todo o entorno da entrada para a linha Bakerloo”, disse Renzo Piano. “Este projeto tenta resolver estas questões, criando um maravilhoso senso de lugar que Paddington precisa muito”, completa. “Acreditamos que esta proposta irá explorar o potencial de Paddington e irá provar ser um importante catalisador para a melhoria contínua da área, da mesma forma que The Shard fez para London Bridge”, afirmou Irvine Sellar, presidente da Sellar Property Group. Quando pronto, o edifício pode se tornar o quarto mais alto na capital, atrás do Shard, One Canada Square e 110 Bishopgate.
Fonte: Piniweb

22 de outubro de 2015

Apenas 7% dos brasileiros já utilizaram serviços de arquitetos em obras

Pesquisa feita pelo CAU-BR visa medir o protagonismo dos profissionais no cenário atual, além de ouvir o que a população acha de práticas como a reserva técnica. Da população economicamente ativa que já construiu ou reformou um imóvel, apenas 7% recorreram a arquitetos e urbanistas em obras de construção, reforma ou outros tipos de serviços. O percentual cai ainda mais quando os números referem-se à última reforma ou construção realizada: apenas 4% contrataram os profissionais. É o que aponta a pesquisa publicada pelo Conselho dos Arquitetos e Urbanistas do Brasil (CAU-BR), que ouviu quase 2,5 mil pessoas em todo País. Ainda de acordo com os dados, 69% dos pesquisados afirmam que se valeriam de serviços dos profissionais em uma próxima reforma ou construção. A principal razão apontada para a não contratação dos serviços é de natureza financeira, por falta de dinheiro ou por considerarem o custo alto. Outro ponto que chamou atenção é que 24% dos pesquisados, uma parcela considerada expressiva pelo CAU/BR, ainda acredita que não há necessidade de contratar os profissionais para realizar reformas ou construções.
Acesse todos os gráficos em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/noticias/apenas-7-dos-brasileiros-ja-utilizaram-servicos-de-arquitetos-em-365033-1.aspx

13 de outubro de 2015

Bangcoc afunda 10 milímetros por ano devido à erosão do solo

Bangcoc afunda a uma média de dez milímetros anuais pela erosão do solo devido à contínua construção de edifícios em um terreno argiloso, o que ameaça o futuro da capital tailandesa, segundo os especialistas.Essa é a conclusão à qual chegou o Conselho de Reforma Nacional da Tailândia, que em seu último relatório advertiu que “são necessárias soluções imediatas e custosas para evitar que a cidade afunde”.Após três anos de pesquisa sobre o tema, os técnicos asseguram que, se essas soluções não forem impostas, a capital tailandesa poderia ver-se submersa sob a água dentro de 30 ou 50 anos.”De acordo com as conclusões do estudo, Bangcoc afunda em média dez milímetros ao ano, embora haja certas áreas da capital que cheguem aos 20 milímetros”, comentou à Agência Efe Sucharit Koontanakulvong, chefe de Engenharia de Recursos Hídricos da Universidade de Chulalongkorn, em Bangcoc.
Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/bangcoc-afunda-10-milimetros-por-ano-devido-a-erosao-do-solo

5 de outubro de 2015

Pela terceira vez no ano, Caixa eleva taxas de juros para financiamento de imóveis

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (22) a terceira elevação no ano das taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais, comerciais e mistos contratadas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As mudanças, que não afetarão os financiamentos habitacionais feitos com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), entrarão em vigor no dia 1º de outubro.De acordo com a Caixa, as alterações serão válidas para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e para o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).As alterações compreendem as seguintes altas para financiamento residencial por SFH: Taxa de Balcão, de 9,45% para 9,90%; Relacionamento, de 9,30% para 9,80%; Relacionamento (mais salário), de 9% para 9,50%; Servidor (com relacionamento), de 9% para 9,50%; e Servidor (com relacionamento e salário), de 8,80% para 9,30%.Já para o financiamento residencial por SFI as alterações compreendem as altas: Taxa de Balcão, de 11% para 11,50%; Relacionamento, de 10,7% para 11,20%; Relacionamento (mais salário), de 10,50% para 11%; Servidor (com relacionamento), de 10,50% para 11%; e Servidor (com relacionamento e salário), de 10,20% para 10,50%.
Fonte: Piniweb

24 de setembro de 2015

Preço do aluguel tem queda recorde no país em agosto

O preço médio anunciado para aluguéis de apartamentos em nove cidades do Brasil caiu 1,81% nos últimos 12 meses terminados em agosto, enquanto a inflação calculada pelo IPCA aumentou 9,53% no período, segundo o Índice FipeZap. É a maior queda de preços em 12 meses desde o início da série histórica do índice, que começou a ser calculado em janeiro de 2008.De acordo com o FipeZap, o preço médio de locação mensal anunciado nas nove cidades em junho foi de 33,04 reais por metro quadrado em agosto. O valor é equivalente a um aluguel de 1.982,40 reais para um imóvel de 60 metros quadrados.O índice considera apenas os preços médios anunciados em novos contratos de aluguéis das seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Santos, Porto Alegre, Campinas, Salvador, São Bernardo do Campo e Curitiba.O indicador não mede as variações de custos dos contratos em vigor, que geralmenyte são reajustados pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que subiu 7,55% nos 12 meses encerrados em agosto.O valor médio anunciado para o aluguel das unidades registrou queda de 0,72% no mês passado, enquanto o IPCA subiu 0,22%. A queda mensal também foi a maior registrada desde o início do cálculo do índice.Curitiba, e Rio de janeiro registraram as maiores quedas de preços médios anunciados para locação no mês, enquanto Campinas e Santos registraram as maiores elevações.
Fonte: Exame

23 de setembro de 2015

Multa por mau comportamento no condomínio exige notificação prévia

O descumprimento de deveres condominiais sujeita o responsável às multas previstas no CC (art. 1.336 e 1.337), mas para a aplicação das sanções é necessária a notificação prévia, de modo a possibilitar o exercício do direito de defesa.O entendimento foi adotado pela 4ª turma do STJ ao negar provimento a recurso de um condomínio de São Paulo contra proprietário que alugou sua unidade para pessoa que não respeitou as regras do condomínio.O proprietário foi multado em R$ 9,5 mil por diversas condutas irregulares atribuídas ao locatário, como ligação clandestina de esgoto, instalação indevida de purificador em área comum e até mesmo a existência de uma banca de jogo do bicho dentro do imóvel alugado.No entanto, a multa foi afastada pelo TJ/SP, para o qual a sua aplicação seria inviável sem prévia notificação do proprietário.No STJ, o condomínio sustentou que, para imposição de multa, bastaria o reiterado descumprimento de deveres condominiais, capaz de gerar incompatibilidade de convivência.Em análise do caso, o relator, ministro Luis Felipe Salomão, considerou que a aplicação de punição sem nenhuma possibilidade de defesa viola garantias constitucionais. Acrescentou ainda que correntes doutrinárias que, com base no art. 1.337 do CC, admitem a possibilidade de pena ainda mais drástica quando as multas não forem suficientes para a cessação de abusos: a expulsão do condômino. Tal circunstância, segundo o ministro, põe em maior evidência a importância do contraditório.Assim, considerou que “se deve reconhecer a aplicação imediata dos princípios que protegem a pessoa humana nas relações entre particulares, a reconhecida eficácia horizontal dos direitos fundamentais, que também devem incidir nas relações condominiais para assegurar, na medida do possível, a ampla defesa e o contraditório”.
Fonte; Migalhas

22 de setembro de 2015

Bancos retomam mais imóveis e sem devolver parcelas já pagas

A falta de pagamento de prestações de imóveis financiados levou bancos a retomarem 517 imóveis na cidade de São Paulo apenas no ano passado. É o maior número desde 2004, de acordo com levantamento da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), feito a pedido de EXAME.com.O panorama não deve ser diferente este ano: de janeiro a julho, 334 unidades foram retomadas, o equivalente a 64% do total registrado em todo o ano passado.A alienação fiduciária, operação financeira criada em 1997, facilitou a retomada do imóvel pelo banco em caso de inadimplência ao permitir que esse processo aconteça de forma extrajudicial, via cartório. Antes, o processo tinha necessariamente de passar pelos tribunais e poderia se prolongar por anos. A operação consiste em dar o imóvel como garantia do pagamento do financiamento concedido pelo banco. Até que a dívida seja quitada, o banco detém a propriedade do bem, enquanto o comprador tem apenas a posse da unidade, que é o direito de usufruir do bem.Caso o comprador fique inadimplente, ou seja, não pague as parcelas da dívida por três meses seguidos, o banco pode intimá-lo a pagar o valor total das parcelas atrasadas, com correção de juros e aplicação de multa. A partir dessa notificação, o comprador tem 15 dias para quitar o débito. Caso não realize o pagamento, o banco pode então solicitar ao cartório a propriedade definitiva do imóvel, que é concedida automaticamente, e em seguida, por meio de uma ação judicial, a instituição retira do comprador o direito à posse do bem.
Fonte: Exame

14 de setembro de 2015

Custo da construção em SP cai 0,04% em agosto

O custo da construção paulista caiu 0,04% em agosto ante julho, totalizando R$ 1.222,79 por metro quadrado, e acumula alta de 4,55% em 2015.Em doze meses, esse custo elevou-se em 4,74%, conforme dados do SindusCon-SP e FGV. O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo é calculado sobre as obras não incluídas na desoneração da folha de pagamentos e reflete a variação dos custos das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.O custo com materiais de construção registrou queda de 0,17% em agosto, enquanto os custos administrativos avançaram 0,79% e com mão de obra ficaram estáveis na base mensal. Em doze meses, os avanços foram de 1,51% para materiais, 8,47% em administrativos e 6,65% em mão de obra.Já nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, o CUB caiu 0,04% em agosto, totalizando R$ 1.135,77 por metro quadrado. No ano, o indicador acumulou alta de 4,39%, enquanto no período de doze meses até agosto a elevação chegou a 4,59%.
“O baixo nível de atividade da construção tem mantido a demanda por materiais igualmente baixa, cujo efeito é ligeira deflação no preço de materiais do CUB”, afirmou o vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan.Dentro da composição do indicador, os custos médios com materiais de construção caíram 0,17% em agosto, enquanto os de mão de obra se mantiveram inalterados. Já os custos administrativos aumentaram 0,79%, na base mensal.Em 12 meses, foram registrados aumentos de 6,64% nos custos com a mão de obra, de 1,51% nos materiais e de 8,47% nos gastos administrativos.

Fonte: Exame

3 de setembro de 2015